O Conteúdo Rei existe para ajudar marcas a parar de produzir e começar a comunicar.

O projeto
Em algum momento entre 2020 e hoje, o marketing de conteúdo virou uma linha de produção. A pergunta que organizava o trabalho deixou de ser “o que precisamos dizer?” e virou “quantos precisamos publicar?”.
As marcas foram junto. Contrataram redatores, plataformas e ferramentas de IA, construíram calendários com slots para preencher e metas de volume para bater. E, no final do mês, olhavam para os números e sentiam aquela sensação estranha de que algo estava errado, mas não conseguiam nomear o quê.
O que estava errado era a direção.
Essa sensação tem um rosto específico. É o gestor de marketing que posta toda semana e não consegue explicar por que o negócio não cresce. É o dono de empresa que investiu em conteúdo por um ano e ainda não sabe o que aquilo gerou de verdade. É o profissional que sente que está fazendo tudo certo e mesmo assim algo não fecha.
Ocupar um território editorial exige clareza sobre quem você é, o que você defende e para quem está falando. Exige saber o que essa pessoa ainda não encontrou em nenhum outro lugar e o que só você consegue oferecer da forma que você oferece.
Isso vem antes do calendário, antes do formato, antes de qualquer decisão de produção.
É disso que o Conteúdo Rei trata.
Cada texto aqui parte de uma história real antes de chegar em qualquer argumento. Cada episódio funciona mais como conversa do que aula. A newsletter reúne análises, cases e perspectivas sobre o que está mudando no marketing de conteúdo.
Governe sua narrativa.
Por trás do Conteúdo Rei
Antes de fundar o Conteúdo Rei, passei por agência, mercado institucional e ambientes de alta performance. Em todos esses lugares, a pergunta que me guiava era sempre a mesma: o que faz um conteúdo realmente funcionar, além de simplesmente existir. Um dos projetos que conduzi levou um blog a 500 mil visitantes orgânicos com direção editorial clara e conteúdo perene, sem depender de volume de produção para chegar lá.
Ao longo do caminho, ajudei marcas como Porter, Movti (Google Cloud), Genial Care, Keepit e Revista Exame a organizar o que tinham a dizer antes de decidir como e onde dizer. Aprendi, nesse processo, que a maior parte dos problemas de conteúdo nasce antes da produção, lá na estratégia.
Hoje, sigo à frente da comunicação do Sebrae Santa Catarina, onde lidero o podcast Fala Sebrae. Uso o Conteúdo Rei para compartilhar o que aprendi sobre estratégia, distribuição e o que separa marcas relevantes de marcas que só publicam conteúdo.
Se faz sentido para você, a newsletter é o melhor ponto de entrada.
